Estão abertas as inscrições, até o dia 4 de abril, do Salão de Pequenos Formatos da Universidade da Amazônia –UNAMA. O evento, que acontece todos os anos, está em sua 17a edição e possui diversas modalidades, entre as quais estão: Pintura, Desenho, Gravura, Objeto, Fotografia, Instalação, Vídeo e Técnicas Mistas. A seleção das obras será feita nos dias 14 e 15 de abril, por uma comissão especializada.
Os artistas selecionados concorrerão aos prêmios de R$9.000,00 (Grande Prêmio), R$4.000 (Prêmio Especial ‘Graça Landeira’) e R$4.000,00 em prêmios de aquisição, que será dividido conforme o valor de cada obra, ou do conjunto delas.
A abertura do salão será no dia 19 de maio, na Galeria de Arte Graça Landeira, e ficará em exposição até o dia 27 de junho.
Para se inscrever no Salão, basta pegar o Regulamento e a ficha de inscrição no site da UNAMA (www.unama.br), na Galeria Graça Landeira ou no Museu de Arte de Belém-MABE. As inscrições são gratuitas e para maiores informações: (91)4009-3148/4009-3150 ou através dos e-mails: galeria@unama.br/ emanuelfranco@unama.br .
Participe!
sexta-feira, 11 de março de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Projeto Pontearte visita o Palecete Pinho
Para aproveitar o período de visitação do recém inaugurado Palacete Pinho, a coordenação do Projeto Pontearte organizou uma programação de férias onde as crianças que não viajaram para o interior do Estado puderam conhecer o novo espaço.
Na manhã do dia 26 de janeiro de 2011, as dezenove crianças presentes percorreram todos os ambientes do Palacete, aprenderam sobre o prédio, sobre a família que o habitava e ainda concorreram a um prêmio ao participar de uma rápida dinâmica com as informações recebidas.
Começando a conhecer o Palacete...
Pose na varanda
Turminha na escada
Momento da premiação!
Registrando a presença
Galerinha do Projeto com a equipe do Pinho
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Entre imagens e memórias do poder
A primeira exposição do ano de 2011 do Museu de Arte de Belém, “Entre Imagens e Memórias do Poder”, reúne os retratos da galeria de Intendentes e Prefeitos que fazem parte do acervo do museu. Objetivando apresentar uma parte da memória institucional sobre a Prefeitura Municipal de Belém, a exposição traz as representações dos homens que estiveram à frente do executivo municipal, além de um pequeno resumo sobre a sede deste poder, o Palácio Antônio Lemos, símbolo da história da cidade.
A exposição estará aberta ao público de 13 de janeiro a 26 de junho de 2011, na Sala Antonieta Santos Feio, no Museu de Arte de Belém.
Maiores informações e agendamento de visitas – Setor de Ação Educativa: (91) 3114-1028 e educativa.mabe@gmail.com
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Natal do Pontearte
Neste último sábado, 11 de dezembro, as crianças do Pontearte brincaram e ganharam presentes na festinha de encerramento das atividades de 2010, realizada no Fórum Landi. Entre rodadas de dança da cadeira, pinturas de rosto e sorteio de ingressos para a Vila Encatada, as turmas da manhã e da tarde puderam levar seus pais e irmãos para se confraternizar e aproveitar a "bagunça".
E como encerramos as atividades desse ano, nada mais justo que agradecer a todos aqueles que nos ajudaram a realizar o projeto! Portanto, as crianças do Pontearte e a equipe do projeto agradecem:
- Ao Flávio Nassar e todo o pessoal do Fórum Landi, por receber o projeto em suas instalações e nos oferecer todo suporte necessário para sua realização;
- À Drª Brenda Diniz pelos lápis e caixas de giz de cera;
- À Luana Rodrigues, Gerente da Loja Infantil da Fox, pelos livros e brinquedos educativos;
- À Dulce Rosa Rocque, Presidente da CiVViva, pela ajuda nos lanches;
- Ao Dr. Euber Nogueira de Abreu, pelas pastas de dente doadas às crianças no Dia da Higiene;
- À Helen Assunção e Wanda Maria Ribeiro pelos brinquedos distribuídos na festa de natal;
- À D. Leidiane Saraiva, mãe do Carlos Manoel, que fez um delicioso vatapá para o encerramento;
- À Izadora Nunes, criança do Pontearte, que fez e nos deu uma linda árvore de natal.
A todos vocês, nosso MUITO OBRIGADO! O apoio que nos deram permitiu que fizéssemos um trabalho melhor!
FELIZ NATAL!!!
EM MARÇO DE 2011 TEM MAIS!!!
Equipe do Pontearte
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Exposição no Canto do Patrimônio
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) está comemorando seus 30 anos de instalção no Pará com uma exposição que vale à pena conferir e o MABE tem prazer em ajudar na divulgação. Segue abaixo o release da exposição.
Para comemorar os 30 anos do IPHAN no Pará, será lançada no dia 13 de dezembro, segunda-feira, a exposição 'Pedra & Alma'.
A mostra traz uma reconstituição da trajetória da instituição no Pará, em paralelo com os acontecimentos nacionais e internacionais relacionados à preservação do patrimônio cultural. Homenageia intelectuais que, no plano local e nacional, contribuíram com essa construção, mas também cidadãos brasileiros que nas suas práticas cotidianas contribuem para a preservação de práticas culturais tradicionais que são transmitidas de geração em geração e integram o patrimônio cultural constituindo referenciais de memória e identidade para diversos grupos sociais.
A exposição se divide em três ambientes - Caminhos da Memória, do Tempo e do Patrimônio. A trajetória do Iphan no Pará é apresentada a partir da prática institucional de forma associada aos conceitos, instrumentos metodológicos e jurídicos utilizados ao longo do tempo na identificação, promoção e preservação do patrimônio cultural brasileiro.
O evento acontecerá no Canto do Patrimônio (IPHAN), em Belém. A mostra segue aberta à visitação até fevereiro/março de 2011, com trabalho de visitas orientadas. Interessados em agendar visitas em grupo devem encaminhar e-mail para 30anosiphan@gmail.com (agendamento será realizado com no mínimo 24 horas de antecedência).
Serviço: Exposição 'Pedra & Alma', de 13 de dezembro de 2010 a março de 2011, no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), na Av. Governador José Malcher 563, Nazaré - esquina com a Trav. Rui Barbosa.
Horário de funcionamento: Terça a sexta-feira: 10h às 17h / Sábado: 09h30 às 13h30.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Arte em papel
Vivemos cercados por papel e através dele. Nossos documentos, fotografias, outdoors, pilhas de relatórios, cadernos, cartas... Numa leitura dessa relação entre homem e papel, o Museu de Arte de Belém apresenta uma exposição onde o foco é justamente o papel enquanto suporte. Em uma seleção de cerca de quarenta obras entre aquarelas, xilogravura, serigrafia e outras tantas técnicas, a mostra traz preciosidades do acervo que há algum tempo não são mostradas. Artistas locais e de renome nacional como Volpi e Portinari serão expostos mostrando a riqueza que esse suporte oferece.
A exposição, que recebe o título de “Arte em papel”, estará aberta para visitação até o dia 31 de dezembro, na Sala Antonieta Santos Feio, no Museu de Arte de Belém.
Maiores informações e agendamento de visitas – Setor de Ação Educativa: (91) 3114-1028 e educativa.mabe@gmail.com
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Convite exposição virtual
Para a Primavera dos Museus 2010, cujo tema era "Museus e redes sociais", o Museu de Arte de Belém montou uma atividade especial cujo resultado gerou uma exposição virtual. Confira!
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Arte infantil
Com o "Dia das crianças" chegando, o MABE propõe uma reflexão e estímulo à criatividade infantil:
Arte Infantil
Ivan Alves Filho
Historiador
Quando o adulto decide chamar a atenção de uma criança, ele frequentemente recorre a fórmulas do tipo “pare de pintar o sete” ou então “não faça mais arte”. Basicamente, podemos extrair duas lições disso. A primeira delas tem que ver com a vitalidade das crianças, que normalmente custam mesmo a ficar quietas. A outra concerne à própria natureza da arte, isto é, à sua capacidade de subverter o mundo real. Não é difícil imaginar então: a união da atividade artística com o mundo das crianças resulta em uma verdadeira explosão. E é isso, a meu juízo, o significado profundo da arte infantil: uma verdadeira explosão de criatividade. Tão doce quanto indomável.
Como escreveu certa vez Herman Hesse, “as crianças vivem em uma das margens do desespero; os lúcidos, em outra”. Eu mesmo despertei para a importãncia da arte das crianças quando entrevistei o psiquiatra francês Tony Lainé para a Módulo. Foi esse um dos melhores materiais jornalísticos de minha carreira. Aprendi com Tony Lainé que a arte infantil não era apenas um instrumento terapêutico, já que se configurava como uma peça fundamental da construção da personalidade de cada um de nós, possuindo uma indisfarçável dimensão estética.
Não tem muito tempo que a chamada arte infantil desfruta de algum reconhecimento no mundo ocidental. Na verdade, a própria criança – e isso ocorre pelo menos até o período renascentista – não gozava de muita consideração na Europa. Ela não passava de um projeto de adulto, conforme demonstrou com brilhantismo o pesquisador francês Phillipe Ariès em trabalhos como História social da família e da criança.
Esse cenário começaria a mudar a partir das observações do filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau. O Autor de Émile foi um dos primeiros a sugerir, no século XVIII, que a criança não era um mero projeto de adulto ou um adulto pequeno, como então se pensava. Para Rousseau, a criança possuía uma lógica própria de expressão, diferente daquela do adulto. Conforme defendeu em seus escritos, a criança vivia no mundo da fantasia, menos submetido à rigidez dos conceitos, à frieza da lógica. Essa a sua singularidade. E estava certíssimo.
Tudo isso fica muito claro quando examinamos a arte dos adultos em contraposição àquela das crianças. Quanta liberdade de criação nessa última, quanta espontaneidade! Já a manifestação artística dos adultos é tridimensional, regida pelas leis da perspectiva. Uma arte mais seca, talvez. E menos fantasiosa, seguramente.
Toda arte é comunicação. Mas, para a criança, que ainda não verbaliza corretamente, ou não domina completamente a linguagem das palavras, o desenho (ou a pintura) representa muitas vezes um meio fundamental de expressão. E isso dos mais diferentes estágios, ou seja, dos rabiscos iniciais à utilização de cores e de formas um pouco mais elaboradas na realização da obra.
Muitas vezes a criança perde a sua capacidade de criação ao se adaptar ao universo dos adultos, quase sempre um universo esclerosado, por vezes até mesmo inimigo da Arte e das formas imaginárias de expressão. No mundo dos adultos, a criatividade quase sempre foi substituída pela dura realidade de um trabalho repetitivo, monótono, absolutamente alienado ao homem.
E é o que nós constatamos quando olhamos à nossa volta. Ao crescermos, perdemos aquela pureza que só encontramos nos pássaros e nas crianças. Os antigos tupi diziam que a noite havia escapulido de um caroço de tucumã e teimava em escurecer tudo. Até que um pássaro, nascido de um fio de cabelo de uma moça bonita, cortando a noite com a lâmina do seu canto, deu origem ao dia. Separou as coisas. Talvez o mundo das crianças represente, em relação àquele dos adultos, algo parecido com isso: uma linha divisória entre a noite e o dia.
Para a criança, pintar o sete pode não ser tão negativo quanto se pensa.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Exposição Parallel Nippon
Exposição “Parallel Nippon – Arquitetura Contemporânea Japonesa 1996-2006”
A Fundação Japão, Consulado Geral do Japão em Belém e o Museu de Arte de Belém abrirão a exposição “Parallel Nippon - Arquitetura Contemporânea Japonesa 1996-2006” no dia 30 de setembro, às 19h.
Tendo sido apresentada no Japão em 2006, a exposição já passou pelo Irã, Luxemburgo, França, Alemanha, Itália, Sudão, Argélia, México, Guatemala, Canadá e Colômbia. O evento é organizado pela Fundação Japão e tem cooperação do Instituto de Arquitetura do Japão.
A mostra itinerante é composta por 124 obras entre maquetes, fotografias e origamis arquitetônicos e chegou ao Brasil em abril passado, começando pela cidade de Porto Alegre e na seqüência, Curitiba, Rio de Janeiro, João Pessoa, Brasília. De Belém, onde permanece até 20 de outubro, segue para Manaus, São Paulo e Estados Unidos.
Com o objetivo de fazer um registro fiel da produção arquitetônica do Japão num período de 10 anos, durante o qual gerou novas formas de valor, através de aperfeiçoamento do design adaptado à evolução das exigências dos tempos, a mostra é dividida em quatro ciclos distintos: Cidade - o centro e a periferia, Vida - do nascimento ao funeral, Cultura - o meio ambiente, a informação e as artes, e o da Moradia - adaptação ou afastamento.
Durante a programação haverá a palestra proferida pelo Professor Dr. José Júlio Ferreira Lima com o tema “Arquitetura Japonesa atual: temas, programas e formas em paralelo”, no dia 05 de outubro (terça-feira), às 18h30, no mini-auditório do MABE, com capacidade para cinqüenta pessoas. Os participantes terão direito a certificado.
O Dr. José Júlio esteve no Japão como bolsista do Ministério de Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia daquele país, entre 1988 a 1991, quando concluiu o curso de mestrado em Arquitetura na Universidade de Fukui e neste ano esteve no país oriental à convite da Jica (Agência de Cooperação Internacional do Japão). Ele faz parte do corpo docente da Universidade Federal do Pará.
Visitação: 1º a 20 de outubro de 2010
Local: Museu de Arte de Belém, Praça Dom Pedro I, s/n, Cidade Velha
Ação Educativa: 3114-1028 / educativa.mabe@belem.pa.gov.br
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