sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Arte infantil

Com o "Dia das crianças" chegando, o MABE propõe uma reflexão e estímulo à criatividade infantil:

Arte Infantil
Ivan Alves Filho
Historiador

Quando o adulto decide chamar a atenção de uma criança, ele frequentemente recorre a fórmulas do tipo “pare de pintar o sete” ou então “não faça mais arte”. Basicamente, podemos extrair duas lições disso. A primeira delas tem que ver com a vitalidade das crianças, que normalmente custam mesmo a ficar quietas. A outra concerne à própria natureza da arte, isto é, à sua capacidade de subverter o mundo real. Não é difícil imaginar então: a união da atividade artística com o mundo das crianças resulta em uma verdadeira explosão. E é isso, a meu juízo, o significado profundo da arte infantil: uma verdadeira explosão de criatividade. Tão doce quanto indomável.
Como escreveu certa vez Herman Hesse, “as crianças vivem em uma das margens do desespero; os lúcidos, em outra”. Eu mesmo despertei para a importãncia da arte das crianças quando entrevistei o psiquiatra francês Tony Lainé para a Módulo. Foi esse um dos melhores materiais jornalísticos de minha carreira. Aprendi com Tony Lainé que a arte infantil não era apenas um instrumento terapêutico, já que se configurava como uma peça fundamental da construção da personalidade de cada um de nós, possuindo uma indisfarçável dimensão estética.
Não tem muito tempo que a chamada arte infantil desfruta de algum reconhecimento no mundo ocidental. Na verdade, a própria criança – e isso ocorre pelo menos até o período renascentista – não gozava de muita consideração na Europa. Ela não passava de um projeto de adulto, conforme demonstrou com brilhantismo o pesquisador francês Phillipe Ariès em trabalhos como História social da família e da criança.
Esse cenário começaria a mudar a partir das observações do filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau. O Autor de Émile foi um dos primeiros a sugerir, no século XVIII, que a criança não era um mero projeto de adulto ou um adulto pequeno, como então se pensava. Para Rousseau, a criança possuía uma lógica própria de expressão, diferente daquela do adulto. Conforme defendeu em seus escritos, a criança vivia no mundo da fantasia, menos submetido à rigidez dos conceitos, à frieza da lógica. Essa a sua singularidade. E estava certíssimo.
Tudo isso fica muito claro quando examinamos a arte dos adultos em contraposição àquela das crianças. Quanta liberdade de criação nessa última, quanta espontaneidade! Já a manifestação artística dos adultos é tridimensional, regida pelas leis da perspectiva. Uma arte mais seca, talvez. E menos fantasiosa, seguramente.  
Toda arte é comunicação. Mas, para a criança, que ainda não verbaliza corretamente, ou não domina completamente a linguagem das palavras, o desenho (ou a pintura) representa muitas vezes um meio fundamental de expressão. E isso dos mais diferentes estágios, ou seja, dos rabiscos iniciais à utilização de cores e de formas um pouco mais elaboradas na realização da obra.
Muitas vezes a criança perde a sua capacidade de criação ao se adaptar ao universo dos adultos, quase sempre um universo esclerosado, por vezes até mesmo inimigo da Arte e das formas imaginárias de expressão. No mundo dos adultos, a criatividade quase sempre foi substituída pela dura realidade de um trabalho repetitivo, monótono, absolutamente alienado ao homem.
E é o que nós constatamos quando olhamos à nossa volta. Ao crescermos, perdemos aquela pureza que só encontramos nos pássaros e nas crianças. Os antigos tupi diziam que a noite havia escapulido de um caroço de tucumã e teimava em escurecer tudo. Até que um pássaro, nascido de um fio de cabelo de uma moça bonita, cortando a noite com a lâmina do seu canto, deu origem ao dia. Separou as coisas. Talvez o mundo das crianças represente, em relação àquele dos adultos, algo parecido com isso: uma linha divisória entre a noite e o dia.
Para a criança, pintar o sete pode não ser tão negativo quanto se pensa.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Exposição Parallel Nippon



Exposição “Parallel Nippon – Arquitetura Contemporânea Japonesa 1996-2006”

A Fundação Japão, Consulado Geral do Japão em Belém e o Museu de Arte de Belém abrirão a exposição “Parallel Nippon - Arquitetura Contemporânea Japonesa 1996-2006” no dia 30 de setembro, às 19h.
Tendo sido apresentada no Japão em 2006, a exposição já passou pelo Irã, Luxemburgo, França, Alemanha, Itália, Sudão, Argélia, México, Guatemala, Canadá e Colômbia. O evento é organizado pela Fundação Japão e tem cooperação do Instituto de Arquitetura do Japão.
A mostra itinerante é composta por 124 obras entre maquetes, fotografias e origamis arquitetônicos e chegou ao Brasil em abril passado, começando pela cidade de Porto Alegre e na seqüência, Curitiba, Rio de Janeiro, João Pessoa, Brasília. De Belém, onde permanece até 20 de outubro, segue para Manaus, São Paulo e Estados Unidos.
Com o objetivo de fazer um registro fiel da produção arquitetônica do Japão num período de 10 anos, durante o qual gerou novas formas de valor, através de aperfeiçoamento do design adaptado à evolução das exigências dos tempos, a mostra é dividida em quatro ciclos distintos: Cidade - o centro e a periferia, Vida - do nascimento ao funeral, Cultura - o meio ambiente, a informação e as artes, e o da Moradia - adaptação ou afastamento.
Durante a programação haverá a palestra proferida pelo Professor Dr. José Júlio Ferreira Lima com o tema “Arquitetura Japonesa atual: temas, programas e formas em paralelo”, no dia 05 de outubro (terça-feira), às 18h30, no mini-auditório do MABE, com capacidade para cinqüenta pessoas. Os participantes terão direito a certificado.

O Dr. José Júlio esteve no Japão como bolsista do Ministério de Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia daquele país, entre 1988 a 1991, quando concluiu o curso de mestrado em Arquitetura na Universidade de Fukui e neste ano esteve no país oriental à convite da Jica (Agência de Cooperação Internacional do Japão). Ele faz parte do corpo docente da Universidade Federal do Pará.


Visitação: 1º a 20 de outubro de 2010
Local: Museu de Arte de Belém, Praça Dom Pedro I, s/n, Cidade Velha
Ação Educativa: 3114-1028 / educativa.mabe@belem.pa.gov.br


Realização



segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Oficina Monte seu Museu

Nessa última quarta-feira, dia 11 de agosto, a divisão de Ação Educativa do MABE promoveu, na Escola E. E. F. M. Brigadeiro Fonteneles, a oficina " Monte seu Museu". A programação foi montada em virtude do Dia do Estudante e participaram mais de 100 crianças.
Na atividade, apresentamos o que era um museu, suas diferenciações e propomos que cada aluno criasse seu próprio museu, de acordo com suas finalidades e interesses. Fazendo uso de recorte e colagem (revistas, jornais, folder,...), sobrepondo imagens diferentes até que chegassem à relação com o Museu desejado.
A oficina colocou em prática a criatividade, a habilidade manual e afinidades que os participantes possuiam e fez com que eles amplassem o significado de Museu, já que a maioria somente possuia o Museu Emílio Goeldi como referência.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Exposição Pintar para crescer


Procurando reconhecer o esforço das crianças do Projeto Pontearte em realizar cada vez melhor as atividades e aprender o que lhes é repassado, o MABE montou uma exposição a partir de uma seleção de atividades desenvolvidas por elas desde o início de 2009.

Com o título Pintar para crescer, a exposição pretende salientar tanto o crescimento dos meninos e meninas do projeto com relação ao traço, concentração e amadurecimento, quanto a importância de atividades artísticas e culturais para o desenvolvimento das crianças, buscando estimular mais ações nesse sentido.

A exposição ficará montada na sala Antonieta Santos Feio, no Museu de Arte de Belém, de 05 de agosto a 19 de setembro de 2010.
Para maiores informações e agendamento de visitas: 3114-1028 e educativa.mabe@belem.pa.gov.br

Realização:


Empresas que investem na cultura:







segunda-feira, 26 de julho de 2010

Pontearte no 4º Fórum Nacional de Museus


Em julho de 2010, o Projeto Pontearte viajou...

Entre os dias 12 e 17, durante o 4º Fórum Nacional de Museus, um poster foi exposto no evento contendo um breve histórico do projeto, seus objetivos, sua metodologia e os resultados alcançados.
Ao seu lado havia mais trabalhos do Pará, fato importante para o diálogo e a divulgação de nossas ações educativas em museus.


quarta-feira, 23 de junho de 2010

Férias no MABE 2010

Há 16 anos, no mês de julho, o Museu de Arte de Belém prepara uma programação especial para as crianças que não vão viajar nas férias.
Não perca as oficinas deste ano!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Curso de Conservação Preventiva

Nessa última segunda-feira, dia 14 de junho, a divisão de Ação Educativa do MABE promoveu o Curso de Conservação Preventiva, ministrado pela conservadora do Museu, Rosa Arraes. O curso foi voltado para os funcionários e estagiários do MABE, guardas municipais e serviços gerais do Palácio Antônio Lemos, bem como representantes de departamentos do gabinete do Prefeito e tratou de conceitos básicos da Museologia.
Pelo fato de estarmos trabalhando em um prédio histórico e em um museu, algumas medidas devem ser adotadas no nosso cotidiano, medidas essas que devem ser esclarecidas a todos os funcionários e reforçadas continuamente. Pensando nisso, a equipe do MABE quer tornar esses encontros recorrentes em seu calendário.
A segunda etapa deste primeiro curso será dada dia 28 de junho e tratará especificamente da segurança do acervo. O material apresentado no curso será distribuído ao fim do módulo via e-mail para todos os funcionários e estagiários do Palácio.

Curso ministrado no mini-auditório do MABE
Foto: Moema Alves

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Agendamento de visitas

O Museu de Arte de Belém, através da Divisão de Ação Educativa, treina mediadores para atendimento a grupos de visitantes.
Durante a visita, se não houver um enfoque pré-estabelecido na momento do agendamento, falamos da história do Palácio Antônio Lemos, seu estilo, história do MABE e sobre a exposição que estiver acontecendo.
Como estamos em restauro, a visita às salas de exposição permanente estão suspensas, ficando apenas o registro oral e a visita às dependências do andar térreo, que inclui a sala de exposições de curta ou média duração.
Oferecida para todos os tipos de público, a visita com mediação pode ser agendada via e-mail, telefone ou presencial e é um serviço gratuito.
Ação Educativa: 3114-1028
educativa.mabe@belem.pa.gov.br


Visita da Escola Augusto Meira Filho à exposição "Eu e o homem".
Fotos: André Nestor

segunda-feira, 26 de abril de 2010

EXPOSIÇÃO EU E O HOMEM


Eu e o homem, sob esse título o Museu de Arte de Belém (MABE) monta uma exposição de arte contemporânea para trabalhar o tema proposto pelo IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus) – Museus para a Harmonia Social – para a 8ª Semana Nacional de Museus.
A proposta da exposição, desde seu título, é provocar uma reflexão sobre nosso papel e o papel dos museus na sociedade, bem como o papel das artes. Ao mesmo tempo, através da interpretação de cada artista sobre o tema, pretende-se uma reflexão sobre o que é essa chamada “harmonia social”, o que entendemos por isso, qual nossa opinião sobre essa busca pela harmonia e como isso se reflete em nossas ações.
A exposição contará com 02 (duas) obras de 12 (doze) artistas plásticos paraenses escolhidos pelas diferenças de meios (pintura, desenho, fotografia, objeto e mídias contemporâneas), e pela referência de cada um dentro da capital do Estado. São eles:

1. Andrea Feijó
2. Berna Reale
3. Elieni Tenório
4. Elza Lima
5. Emanuel Franco
6. Geraldo Teixeira
7. Jocatos
8. Maria Christina
9. Nando Lima
10. Nina Matos
11. Pablo Mufarrej
12. Ruma

Eu e o homem terá sua abertura dia 18 de maio, Dia Internacional dos Museus, na Galeria Antonieta Santos Feio, no MABE.

A exposição faz parte da programação da 8ª Semana Nacional de Museus, porém deve seguir até 01 de agosto de 2010, estendendo assim a reflexão para além da Semana. A curadoria fica a cargo do artista plástico Tadeu Lobato.

Para agendamentos de visitas ao MABE:
Divisão de Ação Educativa: 3114-1028
educativa.mabe@belem.pa.gov.br 






PROGRAMAÇÃO UNAMA - SEMANA DE MUSEUS


8ª Semana Nacional de Museus
II Semana de Museus na Unama
“Museus para a Harmonia Social”


Período: De 17 a 21 de Maio de 2010
Local: Unama – Campus Alcindo Cacela
Promoção: Universidade da Amazônia – UNAMA
Superintendência de Extensão - SUPEX
Realização: N. Cultural - Casa da Memória

Parcerias Acadêmicas
Curso de Artes Visuais e Tecnologia da Imagem
Curso de Arquitetura e Urbanismo

Inscrições: a partir de 20 de abril
Local: SUPEX – campus Alcindo Cacela, 2º andar – Bloco A
supex@unama.br / casadamemoria@unama.br
Fones: 40093122/3118/3176/9757/

Apresentação

Os Museus estão vivos quando conectam suas ações com as diversas realidades sociais das quais também fazem parte. Com o esforço de instituições culturais públicas, privadas e de pessoas físicas, se tem alçançado alguns resultados que dismistificam o museu como local sagrado, protetor de objetos intocáveis.
O espaço museal resignificado pela constante revisão em suas dimensões culturais, promove hoje reflexões não só no âmbito da arte, memória e história, mas também no campo da criação oferecendo serviços que possibilitam o acesso e a democratização da cultura. O museu atende demandas culturais de um variado público de diversas camadas sociais e ao ampliar suas fronteiras de atuação, necessita de insfraestrutura para que possa oferecer conhecimento e atender dignamente as exigências de um público maior e diversificado.
Os museus de hoje não ancoram suas naus apenas no passado, incorporam as novas tecnologias, navegam por mares cibernéticos criando cada vez mais espaços reais de intertividade. Estar em inúmeros espaços, penetrar em vários campos do saber, propor novas formas de relacionamento social, sem preconceitos de ordem econômica, racial ou moral, revela um novo perfil de museu. Trata-se de uma instituição que permite ao cidadão novos modos de ver-se e re-ver-se na diversidade cultural. Estimulada pela oferta dos processos educativos revigora a autoestima e aumenta as chances da preservação do patrimônio cultural.
No Museu do Marajó, idealizado pelo missionário Giovanni Gallo e construído com a participação efetiva da comunidade local, encontra-se uma obra interativa que é um exemplo da concepção de museu que envolve o público e interage com ele. É uma caixa retangular de madeira com tampa, entalhada com as inscrições “O museu começa aqui”. Esse objeto, colocado estrategicamente na entrada para receber seus visitantes, desperta a curiosidade. Quando se abre a caixa vê-se um espelho que reflete o rosto de quem a observa. Na tampa, também pelo lado de dentro, está escrito sobre um papel branco: “Você é a peça mais importante do museu”.
E essa é a luta que os museus vem travando ao abrir espaço para o lúdico, para convivência, para a interatividade, estimulando vínculos de pertencimento, proporcionando a educação pelos enfoques dos cidadãos, do simbólico e do econômico.
A partir da compreensão das potencialidades culturais o museu revigora as relações sociais, o contato entre o público e o espaço museal, promovendo o respeito à individualidade e aos valores de pertencimento, à formação da identidade, possibilitando a integração do ser humano com a vida, o acesso a prosperidade sócio-cultural.

Jonise Nunes
Casa da Memória



PROGRAMAÇÃO

Dia 17.04. Segunda-feira
ABERTURA
Auditório David Mufarrej

19h – Abertura Oficial – Palavra dos representantes da Unama e do Núcleo Cultural.

19h15 – Mesa de Abertura
“Identidades Amazônicas nos acervos dos Museus de Arte”
Prof. Ms Jorge Eiró e Profa. Dra. Marisa Mokarzel – UNAMA
Profa. Ms Renata Maués - Diretora do SIM /SECULT

20h – Vernissage das Exposições com show musical
Exposição itinerante “Sítio Histórico de Moema – arquitetura interna e paisagismo”
Fotografias históricas e atuais, desenhos de alunos do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UNAMA. Curadoria: Emanuel Franco.

Exposição itinerante “Belém, Ontem, Hoje e Sempre”.
Curadoria: Museu de Arte de Belém - MABE

Show Musical “Árvore Ar” – Rafael Barros
Pesquisa musical de ritmos e sons da Amazônia. Carimbó, Lundú, Samba-de-Cacete, Mazurca, Marambiré, Retumbão, Vaqueiro do Marajó, Bangüe e Guitarrada.

Período: 17 a 30 de maio - Hall de acesso do Campus Alcindo Cacela

18.05. Terça-feira
Mesa Redonda: Belém: história, arquitetura, memória e sociedade.
Auditório D-200
De 15h às 17h30
1. História da arquitetura em Belém: “O patrimônio arquitetônico da Cidade Velha”. Profa. Ms Ana Cristina Lopes Braga (UNAMA).
2. Projeto Documenta em Belém: Profa. Ms Filomena Longo (UNAMA)
3. “Projeto Landi” - Profa. Ms Elna Trindade - UFPA.

19.05 Quarta-feira
Mesa Redonda
Auditório D-200
15h às 17h30
“Estrutura de Museus e Musealização dos bens Culturais”
Profa. Ms Rosângela Britto – Coord. do Curso do Museologia da UFPA, Profa. Dra. Jussara Derenji – Diretora do Museu da UFPA, Profa. Terezinha Rezende - Ecomuseu da Amazônia, Mediador: Prof. Ms Tadeu Costa
20.05. quinta-feira
Mesa Redonda
Auditório D-200
15h às 17h30
“Poéticas Visuais: processo criativo em debate”
Mesa: Prof. Dr. Erasmo Borges – UNAMA e Jorane Castro - Cineasta
“Filhos do Barro”. Vitor Lima. Tempo: 00h20min
Documentário sobre recuperação da produção Cerâmica em Porto Trombetas – Pará.
Programa de Educação Patrimonial – área do Projeto Salobo - Levantamento e salvamento arqueológico – Museu Emilio Goeldi. Direção: Melissa Barbery. Tempo: 00h37min


De 20 a 22 de maio
Oficina
“A construção de bonecos como ferramenta na educação patrimonial”
Laboratório de Artes Visuais LA 406 – de 8h ás 12h
Ministrante: Francisco Leão. Carga horária: 12 horas

De 17 a 22.05
“Conhecer para não esquecer”
“Acácio Sobral e Max Martins - Artistas Paraenses em Documentário”. Projeto Memórias (UNAMA)

Sessões:
Manhã: 9h ás 10h / 10h ás 11h e de 11h ás 12h
Tarde: 14h ás 15h/ 15h ás 16h/ 16h ás 17h/ 17h ás 18h
Noite: 19h: 30/20h: 30 / 21h às 22h.

Sala de Vídeo da Biblioteca Central – UNAMA - Campus Alcindo Cacela
Agendamento para grupos: Fone 4009-3024 /casadamemoria@unama.br